quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Os verdadeiros se conhecem
Menina sardenta do cabelo pro lado:Oi?
Menina morena de franja pro lado:Oi!
Menina sardenta do cabelo pro lado:Você é nova aqui, certo?
Menina morena de franja pro lado:Sim, eu sou. Porque a pergunta?
Menina sardenta do cabelo pro lado:Sabe aquela sensação... De conhecer alguém a muito tempo e não lembrar de onde?
Menina morena de franja pro lado:Sei...
Menina sardenta do cabelo pro lado:Então, é exatamente isso.
Menina morena de franja pro lado:Agora que você falou, tive a mesma sensação.
Menina sardenta do cabelo pro lado:É, mas tudo isso deve ser uma grande confusão.
Menina morena de franja pro lado:É, deve ser apenas isso.
Menina sardenta do cabelo pro lado:Já vou indo, foi um prazer... Tchau!
Menina morena de franja pro lado:Também foi um prazer... Tchau!
• Já diria Vinícius de Morais: Verdadeiros amigos não se fazem... Um reconhece o outro.
Dedicado a : Adorada Miscelanea
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Mais uma canção sobre o amor, ah o amor...
"Quando eu te vi fechar a
Eu pensei em me atirar pela janela do oitavo andar
Onde a Dona Maria mora
porque ela me adora
e eu sempre posso entrar
Era bem o de você
chegar no teu, olhar no , o seu e falar com seu Zé
E me ver caindo em cima de você
como uma bigorna cai em cima de um
Qualquer e aí! Só nós dois no chão frio!
De conchinha bem no meio fio
No asfalto riscado de giz
Imagina que cena feliz
Quando os paramédicos chegassem
e os bombeiros retirassem
nossos corpos do Leblon
A gente ia para o necrotério
Ficar brincando de sério
Deitadinhos no bem-bom
Cada um, feito um picolé
Com a mesma etiqueta no pé
Na autópsia daria pra ver
Como eu... só morri... por você
Quando eu te vi fechar a porta
Eu pensei em me atirar pela janela do oitavo andar
Invés disso eu dei meia-volta
E comi uma torta inteira
de amora no jantar!" -
Eu pensei em me atirar pela janela do oitavo andar
Onde a Dona Maria mora
porque ela me adora
e eu sempre posso entrar
Era bem o de você
chegar no teu, olhar no , o seu e falar com seu Zé
E me ver caindo em cima de você
como uma bigorna cai em cima de um
Qualquer e aí! Só nós dois no chão frio!
De conchinha bem no meio fio
No asfalto riscado de giz
Imagina que cena feliz
Quando os paramédicos chegassem
e os bombeiros retirassem
nossos corpos do Leblon
A gente ia para o necrotério
Ficar brincando de sério
Deitadinhos no bem-bom
Cada um, feito um picolé
Com a mesma etiqueta no pé
Na autópsia daria pra ver
Como eu... só morri... por você
Quando eu te vi fechar a porta
Eu pensei em me atirar pela janela do oitavo andar
Invés disso eu dei meia-volta
E comi uma torta inteira
de amora no jantar!" -
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Colisão
Preciso preservar os bons costumes,
evitar as más conversações,
me policiar quando os meus impulsos ultrapassam os limites da emoção.
Na palavra vou fortalecer a fé, colidir com o mundo e ficar de pé. Mais que conhecer, preciso viver a verdade revelada!
Na palavra vou crucificar meu eu, lembrar que numa cruz alguém por mim morreu, hoje é minha vez, agora sou eu de morrer pro mundo e viver pra Deus!
Aline Brasil
domingo, 9 de outubro de 2011
Viver numa fotografia, sem medo de envelhecer
"Cada coisa ao seu tempo foi o que eu ouvi dizer. O que foi que eu perdi quando me pus a crescer? Quando dei por mim a vida levava por trilhas desconhecidas, acelerando a cada dia, como eu peço pra descer?
Os amigos, os lugares, tão impossíveis de esquecer.Tanta história num passado que eu queria reviver, Quem, por favor, volta a fita?
Envelhecer é o preço que se paga pra entender que mesmo que a saudade insista em bater, recomeçar faz parte de viver.
É tempo que não volta mais.
Scracho.
Os amigos, os lugares, tão impossíveis de esquecer.Tanta história num passado que eu queria reviver, Quem, por favor, volta a fita?
Envelhecer é o preço que se paga pra entender que mesmo que a saudade insista em bater, recomeçar faz parte de viver.
É tempo que não volta mais.
Scracho.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Colombina
Pudesse eu repartir-me e encontrar minha calma dando a Arlequim meu corpo e a Pierrot a minh’alma! Quando tenho Arlequim, quero Pierrot tristonho, pois um dá-me o prazer, o outro dá-me o sonho! Nessa duplicidade o amor todo se encerra: um me fala do céu... outro fala da terra! Eu amo, porque amar é variar, e em verdade toda a razão do amor está na variedade... Penso que morreria o desejo da gente, se Arlequim e Pierrot fossem um ser somente,
porque a história do amor pode escrever-se assim:
E um beijo de Arlequim!
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Exageradamente
Se não fosse por você...
O balanço da Bete não seria o mesmo.
O tempo estaria parado.
O nosso Brasil não teria cara.
Os amores não seriam inventados.
Agora eu entendo porque dizem que os bons vão cedo demais. Onde está você, agora ?
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